Nesta reunião começou por ser abordado o tema da entrega seguinte, o demonstrador ou protótipo de baixa fidelidade. Apresentou-se a evolução do trabalho e discutiu-se os reparos feitos pelos orientadores, relacionados sobretudo sobre com os testes feitos, e os que ficaram por fazer, no simulador. Falou-se da importância de testar os requisitos funcionais, de modo a termos perfeita consciência do que é ou não possível implementar e das limitações de desenvolvimento num ambiente deste tipo.
Por fim, foi analisada a situação da necessidade de um servidor. Que rapidamente ficou resolvida, através do uso de um computador de um dos elementos do grupo.
Este post é em nome de todos os elementos do grupo
Ricardo Carvalho | Renato Costa | João Elvas | Tiago Figueiredo | Martim Santos
Protótipo de baixa fedelidade
Este projecto cuja tipologia se enquadra dentro do conceito IPTV, terá como objectivo principal o desenvolvimento de uma aplicação para as Set-TOP Box do MEO.
Esta aplicação servirá de interface a uma panóplia de conteúdos que se destinam a ser exibidos em televisores de ecrã plano.
Neste vídeo, demonstramos a interacção que o utilizador vai ter de maneira a poder interagir com a aplicação, assim como as suas funcionalidades.
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Ricardo Carvalho | Renato Costa | João Elvas | Tiago Figueiredo | Martim Santos
Reunião com os orientadores do projecto YMT de 17 de Março de 2010
No início desta quarta reunião levantou-se a problemática da alteração da denominação da funcionalidade moods para a denominação Ambiances. Esta alteração foi proposta na reunião anterior com o objectivo de simplificar e baixar drasticamente a subjectividade que está envolvida num conteúdo tão específico como um estado de espírito. Sendo o tema ambience de carácter mais geral é-nos mais fácil abranger uma maior faixa de público, sem necessidade de recorrer a estudos relacionados com a psicologia. Assim, este tempo pode ser aproveitado na execução de tarefas prioritárias (desenvolvimento da aplicação e resolução de problemas técnicos). A questão dos moods, pode assim ser vista como um possível desenvolvimento futuro.
Discutiram-se também as prioridades para a concepção da aplicação e ficou acordado que o mecanismo de login poderia passar para um plano secundário ao desenvolvimento da aplicação. Sendo assim, vamos trabalhar com um utilizador geral, (ex: Família Durães) já registado e, posteriormente a esse login geral, teremos as contas pertencentes aos elementos da família.
Outro tema de enfoque foi o número de cliques desejado para navegar entre todos os níveis da nossa aplicação. Discutiu-se que a solução poderia passar por utilizar o código cromático do telecomando (azul, vermelho, amarelo e verde) em que, cada um destes botões, representa uma área de acção na aplicação, reduzindo para quatro o número de áreas de interacção (menu principal).
Resumindo, um clique vai ser suficiente para aceder à área do menu principal que se pretende, e um clique bastará para transitar de uma para outra independentemente do nível em que nos encontramos dentro da aplicação. Ainda dentro das funcionalidades e possibilidades do telecomando concordámos que as teclas de atalho Play e Stop seriam uma opção bastante viável para o controle da área de pré-visualização onde são carregados os conteúdos.
Posto isto, o grupo apresentou uma pequena proposta de uma possível interface de baixa fidelidade e essa proposta inicial era composta por 6 áreas: - Ambiances - SUB-Ambiances - PERSONALIZAÇÃO (OPÇÃO DE SOM, VIDEO, IMAGEM) - GALERIA DE Ambiances (LISTAGEM DE TODOS OS Ambiances) - A MINHA GALERIA e PRÉ-VISUALIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS No final da reunião, e devido ao constrangimento das possibilidades de navegação e de adequar a funcionalidade das teclas cromáticas do telecomando, o número de áreas ficou simplificado em quatro:
1.Ambiances (pré-definidos)
2.SUB-Ambiances (pré-definidos/variantes dos Ambiances))
3.A MINHA GALERIA (podemos personalizar um possível ambience, seleccionando e adicionando vídeos que gosto, e fazendo a visualização do conjunto))
4.PRÉ-VISUALIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS (janela de pré-visualização dos vídeos, fotos e músicas carregados)
Um outro ponto de debate foi o da dúvida subsistente quanto à escolha da resolução adequada para trabalhar. Ficou decidido que teríamos que fazer essa escolha com base na experimentação (na BOX). No que respeita ainda à BOX, os orientadores chamaram-nos a atenção sobre o facto de não nos termos referido às características dos vários modelos de boxes no nosso estudo de viabilidade técnica. Quanto ao design da interface não há muito a acrescentar visto que não nos encontramos nessa fase mas foi-nos aconselhada alguma bibliografia específica na área de design de interfaces para TV.
Levantou-se tambem a questão de como fazer o download dos conteudos, se directamente para a box ou fazer um preload. Chegou-se a conclusão que, devido às limitações do hadware que temos disponivel, iremos precisar de criar os conteudos a nivel de server-side, e posteriormente fazer o streaming dos mesmos para a box. Duma maneiria geral, o utilizador faz o pedido de um Ambiance ao servidor, o servidor cria uma playlist de conteudos, encapsulando os mesmos num formato de video wmv, procedendo depois ao seu streaming para a box.
Para finalizar, foram definidos objectivos a atingir e que devem ser apresentados na próxima reunião, passando eles por pequenas experiências ao nível da interacção e navegação dentro da aplicação no nosso simulador. Bom trabalho.
Bom dia!
Na passada semana, após a reunião com os orientadores de projecto, o grupo esteve a debater algumas ideias relativas a possíveis layouts para a aplicação YMT. Foram feitos alguns esboços e obtivemos o seguinte:

» Neste ecrã está disponível um espaço para login e registo na plataforma.

» Ecrã de registo.

» Ecrã principal.
Aqui, idealizou-se a criação de um menu em forma de cubo, a partir do qual se poderão seleccionar os ambiances pré-definidos gerais, isto é, sem especificar nenhum sub-ambiance. Esta selecção será feita através das setas direccionais em cada face visível do cubo, girando o cubo para a face com o ambiance correspondente. A ideia do cubo surgiu também com o intuito de conferir uma possível identidade visual à aplicação (por exemplo, utilizando um cubo no logótipo ou como logo marca).
No caso de o utilizador desejar especificar um dos ambiances gerais, poderá clicar na face correspondente do cubo sendo-lhe apresentado um menu, com os sub-ambiances respectivos (por exemplo, dentro do ambiance party, poderá escolher disco, lounge, birthday, rave, etc.).
Decidiu-se também incluir uma janela de preview, que carrega os conteúdos escolhidos, sendo possível fazer full-screen, se o utilizador assim o desejar. Um dos objectivos seria adaptar o espaço desta janela, para funcionalidades diferentes, isto é, caso o utilizador pretenda visualizar, por exemplo, a biblioteca de ambiances ou a galeria, esse espaço seria ocupado para o efeito.
Antes dos conteúdos serem carregados, o utilizador pode alterar as definições de visualização dos ambiances, nomeadamente o tipo de media (vídeo, imagem, som) e duração de cada imagem/vídeo.
De modo a potencializar a interacção entre utilizadores, optou-se por incluir uma galeria de ambiances, à qual o utilizador pode adicionar cada um dos conteúdos, assim que os vai visualizando. Desta forma, poderá criar playlists personalizadas e partilhá-las com outros utilizadores.Através da visualização de outras galerias é sempre possível atribuir um rating, que posteriormente permitirá classificá-las e ordená-las.
No sentido de permitir ao utilizador, uma listagem de todos os ambiances e sub-ambiances da aplicação, decidiu-se incluir uma biblioteca, onde todos eles estarão descritos, de modo a proporcionar uma visão geral dos ambiances (à semelhança de sites onde aparecem todas as tags disponíveis).
Até já!
Os ficheiros encontram-se disponíveis para download nos seguintes links:
Requisitos funcionais, análise da viabilidade técnica e referências (pdf): Download pdf
Tabela de viabilidade técnica (xls): Download ficheiro Excel
Na passada reunião com os orientadores começou por se fazer um ponto da situação, abordando aspectos relacionados com a organização interna da equipa de trabalho.
Essencialmente, reflectiu-se sobre o desenvolvimento dos requisitos funcionais, trabalhando o documento, reorganizando-o e melhorando alguns pontos e funcionalidades.
Após uma organização de todas as ideias, chegámos à seguinte lista de requisitos funcionais (não final):
Posteriormente, discutiu-se a questão dos webservices e do login de utilizador, chegando à conclusão que seria viável a implementação de registo e login de utilizador.
Fizemos um brainstorming relativo aos layouts das diferentes páginas da aplicação, assentando algumas ideias sobre funcionalidades e interface da aplicação, que nos ajudaram a construir devidamente os documentos referentes aos requisitos funcionais e viabilidade técnica.
No dia 3 de Março, o grupo YMT esteve reunido com os orientadores.
Inicialmente foi realizada uma análise acerca da entrega anterior (briefing + estado da arte), realçando os aspectos menos positivos, para que esses pudessem ser melhorados.
No que diz respeito à parte funcional do projecto, foram abordados aspectos relacionados, numa primeira fase, com o funcionamento do Microsoft Mediaroom Simulator, nomeadamente a questão da resolução de trabalho no simulador e a resolução da aplicação no LCD. Para além disto, foi discutida a primeira experiência com o simulador (que pode ser visualizada no post anterior) e que, como foi aí mencionado, resultou na primeira interface da aplicação. Ainda sobre este assunto, foram estudadas, embora de uma forma superficial, a integração de fotos e vídeos a partir de outros serviços (Sapo Fotos, Sapo Videos).
Posteriormente, analisou-se a questão dos requisitos funcionais, que está neste momento a ser trabalhada pelo grupo. Uma vez que esta fase é de elevada importância para o desenvolvimento futuro do projecto, foi importante esta reunião, na medida em que foi possível estudar que tipo de informação pode, ou não, ser utilizada a partir de outras aplicações (como referimos, Sapo Videos e Sapo Fotos), uma vez que grande parte da funcionalidade da aplicação irá basear-se nesta lógica.Foi enviada aos orientadores a lista de requisitos que temos neste momento, aguardando feedback.
Igualmente importante foi, também, a abordagem de toda a estrutura física necessária ao funcionamento da aplicação, que resultou no seguinte diagrama:

» O sistema entra em funcionamento quando é feito o pedido da aplicação ao servidor, por intermédio da set-top box (STB). Dessa forma, através do Tasman, browser distribuído com o middleware de IPTV da Microsoft (Microsoft Mediaroom), ambos camadas de software presentes na set-top box, será possível aceder e interagir com a aplicação no ecrã do televisor, devidamente conectado à STB. Relativamente aos conteúdos apresentados na aplicação, serão obtidos através da utilização de webservices, isto é, a inclusão de sistemas e funcionalidades provenientes de outras aplicações, neste caso, o Sapo Vídeos e o Sapo Fotos.
O presente post tem como objectivo principal, comunicar as primeiras impressões e desenvolvimento relativamente ao simulador do Microsoft Mediaroom, actual middleware nas set-top box’s do MEO, disponibilizado pelos orientadores.
Para compreender melhor o funcionamento destes dispositivos, importa destacar a função do middleware, que é a camada de software responsável pelo controlo das principais funcionalidades do sistema (grelhas de programação, menu de opções, etc.), conferindo interactividade ao sistema. Estabelece, assim, a comunicação entre o hardware e sistema operacional da set-top box às aplicações, sendo também responsável por fornecer as API’s (Application Programming Interface).
Desta forma, com o simulador, é-nos possível trabalhar de uma forma próxima do contexto real, tal como se estivesse a ser utilizado um televisor.
Após termos recebido o Microsoft Mediaroom Simulator, o primeiro contacto foi positivo. Uma vez que se estava à espera de algo extremamente difícil de atingir numa primeira abordagem, tal não se verificou e, após algum tempo, começou a perceber-se a dinâmica de funcionamento do simulador. Os starter guides e os restantes ficheiros de documentação foram uma boa ajuda.
Para isso, fizeram-se algumas experiências de implementação de páginas com elementos básicos de interacção, nomeadamente um conjunto de botões, nos quais fomos experimentando funções diferentes (mudanças de página, linkagem a fotos, navegação, etc.), o que resultou, ao fim ao cabo, na nossa primeira interface. Embora consista em algo completamente distante daquilo que será a aplicação final, não deixa de ser uma experiência importante nesta fase do trabalho.


» screen da interface

» screen da interface aplicado no simulador.
Até já!