Olá a todos!
Na última reunião com os orientadores esteve-se a fazer um breve ponto da situação. Foram abordados quatro assuntos principais:
. focus (selecção do elemento activo): suscitou algumas dúvidas no que toca ao menu principal da aplicação, isto é, na zona da selecçao de moods, individualizada em 4 cores (amarelo, azul, verde e vermelho), colocou-se a dúvida se a navegação deveria ou não estar restringida a cada cor, ou apenas utilizar o focus como atalho para cada cor.
. tamanho da fonte: colocou-se a questão de utilizar tamanhos de fonte mais pequenos do que os recomendados para TV, uma vez que a utilização do tamanho 18 se revelou demasiado grande. Chegou-se à conclusão que o mínimo aceitável será o temanho 14.
. triple tap: no sentido de ser possível a introdução de caracteres alfanuméricos (no login e registo de utilizador) com o telecomando do televisor, implementou-se, através de javascript, código que permite essa funcionalidade. No entanto, apesar de funcionar correctamente no simulador, apresentava algumas falhas na passagem de umas caixas de texto para outras. Após reunião com o Ricardo Pinto, com a ajuda dele, esse problema foi ultrapassado e o triple tap funciona agora sem qualquer anomalia.
.entrega: por último, debateu-se a questão da entrega do protótipo, na sexta-feira. Uma vez que a aplicação é para correr no simulador do Microsoft Mediaroom ou na própria set-top box do MEO, ficou de se combinar com os professores a melhor forma para a avaliação. (referência no post anterior)
Cumprimentos,
o grupo YMT.
Este post foi realizado em nome de todos os elementos do grupo:
João Elvas | Martim Santos | Renato Costa | Ricardo Carvalhio | Tiago Figueiredo
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João Elvas | Martim Santos | Renato Costa | Ricardo Carvalho | Tiago Figueiredo
Especificação Técnica:
- Modelo/arquitectura de sistema
Especificação Gráfica:
- Composição de todos os ecrãs únicos
- Biblioteca de ícones e controlos
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João Elvas | Martim Santos | Renato Costa | Ricardo Carvalho | Tiago Figueiredo
Olá a todos.
Serve o presente post para publicar a versão actual da base de dados. Provavelmente ainda necessitará de alguns ajustes.
Qualquer feedback é bem vindo.
Cumprimentos!
Download do ficheiro MWB workbench
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João Elvas | Martim Santos | Renato Costa | Ricardo Carvalho | Tiago Figueiredo
No seguimento de indicações dadas pelos orientadores, segue uma primeira abordagem relacionada com o design de interfaces para TV.
Após a análise de alguns documentos fizemos um resumo da informação que achamos mais pertinente.
Questões de usabilidade e acessibilidade das interfaces
Trazer a interactividade para a TV significa transformar um telespectador, que até então apresenta um comportamento passivo em relação ao que é exibido na TV, num utilizador activo, que pode realizar escolhas navegando pelo programa, pela programação e enviando informações.
Segundo Montez e Becker, o módulo de execução das aplicações interactivas na set-top box possui uma arquitectura muito semelhante à de um computador pessoal. Na maioria dos casos, a set-top box possui um middleware, que é uma camada de software que permite que uma mesma aplicação seja executada em diversas marcas e modelos desse equipamento.
Guias de Estilos e Recomendações de Design
• Uso de selectores destacados;
• Evitar o uso de símbolos gráficos;
• Uso de textos curtos para explicar na tela os passos que devem ser seguidos pelo utilizador (não usar a ajuda para essa finalidade);
• Navegação por números, cores ou símbolos (associados ao telecomando).
Princípios |
Descrição |
Interacção oportunista |
A interactividade não deve ser imposta ao utilizador, mas sim convidativa. |
Navegação e Selecção de conteúdo |
A procura de conteúdo não deve ser tratada como uma busca por informação, mas como uma actividade de exploração descontraída. |
Visão de grupo |
A TV deve ser vista como uma media colectivo e as aplicações devem possibilitar a interacção entre os grupos. |
Múltiplos níveis de atenção |
As aplicações não podem exigir que o utilizador esteja focado naquela actividade enquanto ocorre a interacção. |
Gramática e estética de TV |
Elementos gráficos de PC devem ser evitados e elementos de TV como animações e efeitos dinâmicos devem ser preservados. |
Comunicação de conteúdo enriquecido |
O utilizador gosta de compartilhar com outros a experiência de um conteúdo assistido. Assim, aplicações devem permitir a comunicação entre grupos de utilizadores. |
Identificação dos POD’S
Princípios Orientadores do Design de Interfaces
Factores Comportamentais do Espectador/Utilizador (nível funcional)
Níveis de atenção (Refere-se aos diferentes níveis de atenção que um utilizador pode assumir. Dando relevância a avisos sonoros, aquando de actividades importantes)
Predisposição à interacção (A interacção não deve ser imposta)
Visionamento (O espectador/utilizador pode estar sozinho, como estar na presença da família ou de amigos. Aqui entram questões como a privacidade e a facilidade de interacção e tempo de resposta são muito importantes)
Selecção de canais (Planeada ou súbita. Relaciona-se com a facto de o espectador/utilizador ter um conjunto de canais interiorizados que gosta de ver. Por outro lado, existem também espectadores/utilizadores (jovens) que procuram coisas novas, onde essa selecção não é tão linear)
Mensagens de erro (as possibilidade destas mensagens aparecerem devem ser reduzidas ao máximo, sob pena de causarem perturbações na interacção)
Tipos de disposição espacial em relação ao conteúdo televisivo:
INTERFACE |
VANTAGENS |
DESVANTAGENS |
SOBREPOSTA |
- O tamanho da janela de vídeo mantém-se; - O conteúdo adicional tende a ficar mais integrado no programa televisivo; - A proximidade entre o conteúdo televisivo e o conteúdo adicional pode facilitar a divisão da atenção. |
- O conteúdo adicional pode perturbar, pelo facto de tapar o conteúdo televisivo; - Os utilizadores tentam ver através do conteúdo adicional; - A proximidade entre conteúdo televisivo e o conteúdo adicional pode dificultar a focalização da atenção. |
EMBEBIDA |
- Facilita a separação entre o conteúdo televisivo e o conteúdo adicional, assim como a divisão da atenção do utilizador por cada um deles; - Torna-se vantajoso nas situações em que o utilizador está em grupo e o conteúdo adicional que pretende ver é outro vídeo. |
- Dimensão reduzida do conteúdo televisivo; - Pode ser dada atenção ao conteúdo adicional quando esta não é necessária. |
Tempos de resposta (traduz-se na rapidez com que o utilizador pretende aceder a determinado conteúdo, sem necessidade de muitos cliques)
Modos de interacção (utilização de menus simples, verticais ou horizontais. Nunca usar menus drop-down, típicos do domínio computacional)
Área útil de ecrã (corresponde á área total do ecrã menos a espaço ocupado pelas margens de segurança sensivelmente 30px)
Informação irrelevante (Como os televisores tem uma resolução baixa em relação aos computadores, existe a preocupação em seleccionar apenas a informação relevante)
Padrões e cores (Evitar cores muito saturadas como vermelho e amarelo; Preferência a cores pastéis e azuis)
Fontes e iconografia (O tipo de letra deve ser sem serifa, com um tamanho mínimo de 18 pontos. Usar anti-aliasing. Uma das combinações de cores que oferece melhores resultados é a de letras brancas sobre fundos azuis. Os elementos gráficos não devem ter muito pormenor nem dimensões reduzidas)
Correspondência ecrã /telecomando (Os utilizadores, quando usam o telecomando tentam encontrar uma correspondência entre as respectivas teclas e os ícones que vêem no ecrã)
Feedback (Relação com a distância a que o telecomando é utilizado, podendo deixar dúvidas ao espectador/utilizador se as operações foram executadas correctamente)
CARACTERÍSTICA |
TELEVISOR |
COMPUTADOR |
RESOLUÇÃO SO ECRÃ |
- 720x576 com 30 pixels de margem de segurança;Área útil: 576 x 460 pixels. |
- Variável (tende a ser 4 vezes superior à da TV) |
DISPOSITIVOS DE ENTRADA |
- Comando à distância; |
- Rato e teclado em cima de uma secretária |
DISTÂNCIA DE VISUALIZAÇÃO |
- Alguns metros; |
- Aproximadamente meio metro; |
POSSIBILIDADE DE INTEGRAÇÃO DE OUTRAS APLICAÇÕES NO MESMO DISPOSITIVO |
- Emissões televisivas; |
- Aplicações produtivas, dados pessoais e dados profissionais; |
P.S. Gostaríamos de ter um feedback dos orientadores sobre este post, de modo a melhorarmos alguns pontos ou até acrescentar novos conteúdos.
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João elvas | Martim Santos | Renato Costa | Ricardo Carvalho | Tiago Figueiredo
Nesta reunião discutiu-se essencialmente sobre objectivos e fomos alertados no sentido de dedicar mais atenção á nossa calendarização de tarefas. Apresentámos também, pequenos testes referentes á navegação com um pequeno exemplo da utilização das teclas direccionais do telecomando no simulador. Voltou-se a falar da possibilidade termos o nosso próprio servidor com streaming a correr e do hardware necessário em falta.
Devido ao tamanho final da nossa video-demo tivemos que recorrer a uma versão muito pobre a nível de qualidade para fazer o post no blog. Nesta reunião pudemos apresentar a versão original da demo aos orientadores (a qual estava muito mais legível) e fazer uma análise crítica da mesma. Chegámos à conclusão que apesar das intenções “serem boas” não estamos seguros de que o tipo de navegação apresentado esteja próximo da realidade, no entanto, poderá ser possível arranjar soluções muito próximas ou mesmo outras que satisfaçam os nossos objectivos.
Depois desta análise fez-se um apanhado dos conteúdos que poderiam despoletar maiores dificuldades.
1. o problema do controlo do focus na aplicação. O problema com as teclas direccionais do telecomando é que quando se pressiona uma tecla em qualquer direcção ela seleciona o elemento mais próximo da última posição. Ou seja, independentemente do nível em que nos encontremos temos que encontrar a solução adequada para que estas reconheçam esse nível e naveguem apenas nesse nível, caso contrário selecionarão o objecto mais próximo na direcção desejada independentemente do nível onde se encontra. Especificando, se considerarmos o nivel de topo o menu principal o qual se percorre em 4 cliques, e considerarmos também que dentro de cada item de menu principal existem outras opções (nivel de sub-menu) o telecomando não faz á priori essa distinção e navegará como se de um só nível de profundidade se tratasse.
2. saber exactamente o que queremos fazer com a aplicação para iniciarmos a construção da nossa base de dados. Existem funcionalidades que pretendemos implementar que ainda não temos a certeza se são passíveis de serem implementadas e também sabemos que enquanto não estiverem definidas não podemos partir para o desenvolvimento da aplicação na sua totalidade nem partir para a execução do próximo milestone. È necessária a afinação dos requisitos e especificações técnicas(navegação, acesso e utilização de webservices e principalmente os objectivos da aplicação)
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João elvas | Martim Santos | Renaco Costa | Tiago Figueiredo | Ricardo Carvalho
No dia 3 de Março, o grupo YMT esteve reunido com os orientadores.
Inicialmente foi realizada uma análise acerca da entrega anterior (briefing + estado da arte), realçando os aspectos menos positivos, para que esses pudessem ser melhorados.
No que diz respeito à parte funcional do projecto, foram abordados aspectos relacionados, numa primeira fase, com o funcionamento do Microsoft Mediaroom Simulator, nomeadamente a questão da resolução de trabalho no simulador e a resolução da aplicação no LCD. Para além disto, foi discutida a primeira experiência com o simulador (que pode ser visualizada no post anterior) e que, como foi aí mencionado, resultou na primeira interface da aplicação. Ainda sobre este assunto, foram estudadas, embora de uma forma superficial, a integração de fotos e vídeos a partir de outros serviços (Sapo Fotos, Sapo Videos).
Posteriormente, analisou-se a questão dos requisitos funcionais, que está neste momento a ser trabalhada pelo grupo. Uma vez que esta fase é de elevada importância para o desenvolvimento futuro do projecto, foi importante esta reunião, na medida em que foi possível estudar que tipo de informação pode, ou não, ser utilizada a partir de outras aplicações (como referimos, Sapo Videos e Sapo Fotos), uma vez que grande parte da funcionalidade da aplicação irá basear-se nesta lógica.Foi enviada aos orientadores a lista de requisitos que temos neste momento, aguardando feedback.
Igualmente importante foi, também, a abordagem de toda a estrutura física necessária ao funcionamento da aplicação, que resultou no seguinte diagrama:

» O sistema entra em funcionamento quando é feito o pedido da aplicação ao servidor, por intermédio da set-top box (STB). Dessa forma, através do Tasman, browser distribuído com o middleware de IPTV da Microsoft (Microsoft Mediaroom), ambos camadas de software presentes na set-top box, será possível aceder e interagir com a aplicação no ecrã do televisor, devidamente conectado à STB. Relativamente aos conteúdos apresentados na aplicação, serão obtidos através da utilização de webservices, isto é, a inclusão de sistemas e funcionalidades provenientes de outras aplicações, neste caso, o Sapo Vídeos e o Sapo Fotos.
O presente post tem como objectivo principal, comunicar as primeiras impressões e desenvolvimento relativamente ao simulador do Microsoft Mediaroom, actual middleware nas set-top box’s do MEO, disponibilizado pelos orientadores.
Para compreender melhor o funcionamento destes dispositivos, importa destacar a função do middleware, que é a camada de software responsável pelo controlo das principais funcionalidades do sistema (grelhas de programação, menu de opções, etc.), conferindo interactividade ao sistema. Estabelece, assim, a comunicação entre o hardware e sistema operacional da set-top box às aplicações, sendo também responsável por fornecer as API’s (Application Programming Interface).
Desta forma, com o simulador, é-nos possível trabalhar de uma forma próxima do contexto real, tal como se estivesse a ser utilizado um televisor.
Após termos recebido o Microsoft Mediaroom Simulator, o primeiro contacto foi positivo. Uma vez que se estava à espera de algo extremamente difícil de atingir numa primeira abordagem, tal não se verificou e, após algum tempo, começou a perceber-se a dinâmica de funcionamento do simulador. Os starter guides e os restantes ficheiros de documentação foram uma boa ajuda.
Para isso, fizeram-se algumas experiências de implementação de páginas com elementos básicos de interacção, nomeadamente um conjunto de botões, nos quais fomos experimentando funções diferentes (mudanças de página, linkagem a fotos, navegação, etc.), o que resultou, ao fim ao cabo, na nossa primeira interface. Embora consista em algo completamente distante daquilo que será a aplicação final, não deixa de ser uma experiência importante nesta fase do trabalho.


» screen da interface

» screen da interface aplicado no simulador.
Até já!