Este post pretende explicar de que forma achamos que a avaliação do nosso projecto deve ser feita. Dado que para se poder avaliar a nossa aplicação esta tem de ser corrida num simulador próprio ou até mesmo na SET-TOP BOX da MEO (á partida se funcionar no simulador não teremos problemas na BOX), o ideal era que estivessemos todos presentes na altura da avaliação juntamente com o Ricardo Pinto (o nosso colaborador nos laboratórios do Sapo) e com os docentes avaliadores obviamente. Posto isto, a entrega dos ficheiros decorreria normalmente como numa entrega normal com a pequena diferença de que teríamos que combinar uma hora durante a próxim semana (ou numa outra data qualquer mas a combinar entre todos os intervenientes) para testar a aplicação ou no simulador com alguêm que domine a sua funcionalidade ou mesmo na própria BOX da MEO. Os ficheiros a teste seriam os ficheiros da entrega prevista para sexta-feira, garantindo assim a fidelidade da entrega dos ficheiros.
Os intervenientes na avaliação serão:
Prof. Hélder Caixinha; Profª. Margarida Almeida; Prof. Pedro Amado
Colaborador: Ricardo Pinto (laboratórios Sapo)
Os alunos de projecto (em principio poderá não ser necessária a sua presença)
aguardamos comentários, entretanto se virem que nos esquecemos de algo façam o favor de comentar, obrigado
Este post é em nome de todos os elementos do grupo
joão elvas | Martim Santos | Renato Costa | Tiago Figueiredo | Ricardio Carvalhio
Nesta reunião fizemos o ponto de situação do estado de funcionalidade do projecto YMT. Mostrámos aos orientadores as páginas de registo e entrada a título experimental no simulador. Neste momento a parte de estrutura é um problema ultrapassado á partida, ao nível do xhtml e das css 1 e 2 a utilizar. O problema do controlo do aspecto do focus (a.k.a "uma espécie de mouse over") foi resolvido mas relativamente a forçar a sua direcção ainda nos encontramos em experiências.
A parte gráfica tinha sido concluída restando apenas as dúvidas quanto ao formato mais adequado para exportar as imagens. Existiam várias possibilidades mas tendo em conta as limitações gráficas da BOX foi-nos aconselhado, por experiência, exportar em .PNG, versão 8, sem transparência e em modo PERCEPTUAL. Dada a simplicidade aparente da aplicação e dado que foi concebida sem recurso a transparências ou relevos, o exporte das imagens com a cor de fundo por defeito da barra de menus da aplicação funcionou perfeitamente e mostrou-se visualmente aceitável no teste prático que fizemos na BOX da MEO nos laboratórios do sapocampus. Pudemos ainda verificar que alguns dos pressupostos teóricos encontrados e postos em prática relativamente à componente do design de interfaces para TV poderá ser circundada no que diz respeito ao tamanho de letra mínimo recomendado para esta tipologia de ambientes gráficos. Ao contrário do referido nos "livros" e artigos da especialidade, o tamanho mínimo de 18 pixels pode muito bem ser reduzido para 14 pixels.
O grupo continua com as experiências no simulador tendo já implementado a estrutura da página principal e está a preparar alguns conteúdos para teste no servidor.
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joão elvas | Martim Santos | Renato Costa | Tiago Figueiredo | Ricardio Carvalhio
O presente post tem como objectivo principal, comunicar as primeiras impressões e desenvolvimento relativamente ao simulador do Microsoft Mediaroom, actual middleware nas set-top box’s do MEO, disponibilizado pelos orientadores.
Para compreender melhor o funcionamento destes dispositivos, importa destacar a função do middleware, que é a camada de software responsável pelo controlo das principais funcionalidades do sistema (grelhas de programação, menu de opções, etc.), conferindo interactividade ao sistema. Estabelece, assim, a comunicação entre o hardware e sistema operacional da set-top box às aplicações, sendo também responsável por fornecer as API’s (Application Programming Interface).
Desta forma, com o simulador, é-nos possível trabalhar de uma forma próxima do contexto real, tal como se estivesse a ser utilizado um televisor.
Após termos recebido o Microsoft Mediaroom Simulator, o primeiro contacto foi positivo. Uma vez que se estava à espera de algo extremamente difícil de atingir numa primeira abordagem, tal não se verificou e, após algum tempo, começou a perceber-se a dinâmica de funcionamento do simulador. Os starter guides e os restantes ficheiros de documentação foram uma boa ajuda.
Para isso, fizeram-se algumas experiências de implementação de páginas com elementos básicos de interacção, nomeadamente um conjunto de botões, nos quais fomos experimentando funções diferentes (mudanças de página, linkagem a fotos, navegação, etc.), o que resultou, ao fim ao cabo, na nossa primeira interface. Embora consista em algo completamente distante daquilo que será a aplicação final, não deixa de ser uma experiência importante nesta fase do trabalho.


» screen da interface

» screen da interface aplicado no simulador.
Até já!